Coitados dos juízes

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Está insuportável assistir jogos de futebol. Não bastasse o baixo nível das competições, passamos a conviver agora com a choradeira dos jogadores. Toda decisão do árbitro é contestada. Literalmente todas.

Faltas, gols, pênaltis, escanteios, cartões, enfim o juiz não acerta nunca, na visão dos jogadores. Vão ser chatos assim lá na “Casa do Chapéu”.

E quanto mais eles reclamam mais atrapalham as arbitragens. A imprensa, que gostava de criticar o nível das arbitragens, está começando agora, ainda que lentamente a contestar essa atitude de reclamação sistematizada durante as partidas de futebol.

E os atletas ainda gostam de se jogar no chão, simular contusão, interromper as partidas e encher o saco dos torcedores. Quem é neutro então e vê pela televisão, chega a dar náuseas, dá vontade de expulsar imediatamente o chatérrimo.

Isso tem que ter um fim. O árbitro não deve mais contemporizar e precisa ir logo aplicando o cartão amarelo e muitas vezes o cartão vermelho direto, sem nem passar pelo amarelo. Jogador não tem nada que vir tirar satisfação com o juiz. Ele apitou, seus auxiliares ratificaram, acaba o chororô.

Mas a culpa não é dos apitadores. É dos dos dirigentes que ainda não enxergaram essa “coisa” desagradável que os jogadores vêm proporcionando aos jogos. É necessário rever os critérios aplicados.

Juiz é um ser humano e ser humano erra. Não tem nada que jogador ficar peitando os árbitros. E essa moda maldita está aos poucos sendo levada para o futebol europeu. Jogadores das Américas, África, e outros que estão infiltrando essa porcaria que só tira o brilho das competições.

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