Altas nos índices econômicos obriga inquilinos a renegociar contratos de aluguel

Escrito por em 11/03/2022

Entra ano, sai ano, e a inflação continua pesando no bolso do brasileiro. E se a pandemia de Covid-19 complicou a vida financeira de muita gente, a situação dos inquilinos que têm seus contratos reajustados pelo Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M), está ainda pior. O reajuste dos contratos de aluguel pelo índice da FGV sempre foi o mais comum no Brasil. O problema é que, desta vez, o aumento fez os inquilinos renegociarem o preço do aluguel. Outro efeito foi o aumento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 10,7% em todo o ano de 2021.
Em entrevista à 94 FM, a economista Naiara Fracaroli esclarece que estes índices medem a inflação de maneiras diferentes, mas o e resultado de ambos reflete o impacto da pandemia sobre a economia mundial.

Em meia a essa tensão do aumento do preço dos alugueis, a economista orienta que é tempo de renegociação.

Ainda que a Guerra da Russia contra a Ucrânia e o aumento do preço dos combustíveis influenciem na economia, Naiara Fracaroli ressalva que a expectativa para este ano é de que o índice de inflação seja menor que o de 2021.

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    Foto: Gabriel Pelosi/94FM


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