Apeoesp repudia retomada das aulas presenciais e pede retorno só em 2021

Escrito por em 28/09/2020

Após o último decreto da prefeitura de Bauru permitindo a retomada de atividades presenciais na rede particular da cidade, juntamente com o anúncio do governo do estado mantendo a previsão de volta às aulas presenciais da rede pública no dia 7 de outubro, o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), realizou na última sexta-feira, em frente a prefeitura, uma manifestação contra a reabertura das escolas. A repórter Daiany Ferreira conversou com a diretora estadual da Apeoesp, Suzi Silva, que destacou o posicionamento da categoria e pediu o retorno das atividades presenciais somente em 2021.

Vale lembrar que Bauru está atualmente na fase 3 (amarela) do Plano São Paulo de flexibilização e o decreto da prefeitura prevê que, caso a cidade retroceda para a fase laranja ou vermelha, as unidades de ensino deverão suspender imediatamente as atividades presenciais.


Opnião dos Leitores
  1. Ana Flávia   Em   28/09/2020 em 19:58

    Como dito por esta diretora sindical, com uma data seria possível preparar o retorno às aulas. Esta data está divulgada faz muito tempo.
    O retorno é opcional, todos os critérios para alimentação, distanciamento já foram amplamente divulgados.
    As escolas, particulares, que não dependem de um gestor estatal, já prepararam-se para o retorno faz tempo. Como é possível em algumas cidades escolas municipais e estaduais já estarem funcionando? “Empenho e vontade”.
    Assusto-me com a insensatez de frisarem que só retornarão com uma vacina. Isto é um fator hipotético. Não há uma vacina concreta para a vacinação até o início do ano letivo de 21. Crianças e professores ainda não estarão imunizados.
    Deixar tudo para o próximo ano é um crime com as crianças que estão sofrendo psicologicamente em suas casas.
    Volto a dizer, o retorno é opcional. A escola tem que ter condições para retornar e comprovar isto. Caso contrário, continuará fechada. Não pode ser uma regra para todos.
    Existe uma grande Questão política ligará ao não retorno. Funcionários públicos e políticos pensando nos seus umbigos e o educação e as crianças, que não votam e não se manifestam ou pressionam, jogados as traças em meio a flexibilização de toda a sociedade Bauruense.
    Uma vergonha!!!

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