Câmara quer plano estratégico para acabar com superlotação dos ônibus circulares de Bauru

Escrito por em 16/07/2020

Em reunião promovida pela Comissão de Transportes na última quarta-feira o presidente Mané Losila reiterou a cobrança de que seja apresentado e colocado em prática, por parte da administração, plano estratégico para sanar impasses que têm resultado na superlotação dos ônibus circulares de Bauru. Com já informamos aqui na 94, as duas empresas que operam o transporte coletivo urbano protocolaram documento na Câmara Municipal, alegando que, desde o início da pandemia até o fim de junho, acumulam prejuízos de R$ 7,5 milhões, mesmo com a circulação de apenas 62% da frota. Presidente da Emdurb, Elizeu Eclair afirmou que, até o fim desta semana, o órgão conclui análise de planilhas e avaliações apresentadas pelas empresas para que o governo municipal discuta proposta nesse sentido. O presidente da Câmara, José Roberto Segalla apontou que os prejuízos apresentado nas planilhas das empresas revelam um grande problema a ser enfrentado.

Já o vereador Markinhos Souza lembrou a discussão recente travada na Câmara Municipal em relação a recursos que existem em vários fundos municipais.

Também presente a reunião, o vereador Coronoel Meira defendeu que as planilhas que estão sendo analisadas pela Emdurb sejam apresentadas com todo o detalhamento em relação aos custos informados.


Opnião dos Leitores
  1. Roque Ferreira   Em   16/07/2020 em 19:51

    Prejuízo como? As empresas recebem o valor integral da tarifa. Elas retiram os ônibus de circulação para manterem sua margem de lucro. Vemos isso há alguns anos, em relação ao transporte aos sábados domingos e feriados. As empresas sob o ponto de vista de negócio estão defendendo seus interesses. Colocam os ônibus para circularem de acordo com.a demanda. Neste momento não tem muito o que ficar enrolando. O primeiro passo é a Câmara cobrar do prefeito que 100% da frota esteja à disposição. Nenhum passageiro pode ser conduzido em pé em nenhum horário. As empresas vão resistir. O que querem é manter ônibus cheios, com pessoas em pé se apinhando, para,qye possam arrecadar mais com menos viagens. Neste momento o prefeito deve colocar como prioridade a vidas dos usuários.

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