Conselheiros da Cohab negam ter conhecimentos de saques em dinheiro pelo ex-presidente

Por on 2 de julho de 2020

A Comissão Especial de Inquérito que apura irregularidades na gestão da Cohab entre 1998 e 2019 ouviu ontem (1) os integrantes do Conselho de Administração e do Conselho de Fiscalização da companhia. Todos eles negaram que tinham conhecimento sobre os saques em dinheiro que, ao longo dos anos, teriam sido determinados pelo então presidente Edison Gasparini Junior. Ele deixou o órgão em dezembro de 2019, após 15 anos de comando, em decorrência da deflagração da Operação “João de Barro” pelo Ministério Público. Tais saques teriam sido lançados de forma fraudulenta na contabilidade da Cohab os valores, totalizados em mais de 54 milhões de reais, desviados. Os membros do Conselho Administrativo pontuaram que, em geral, participavam de duas reuniões por ano. Algumas das suas atribuições era ajudar o presidente na tomada de decisões e analisar os balancetes a partir dos apontamentos do Conselho de Fiscalização e de auditorias externas. Todos os conselheiro recebem, mensalmente, cerca de 1.500 reais pelos serviços prestados à Cohab. Nesta quinta-feira, a CEI recebe o deputado federal e ex-prefeito de Bauru, Rodrigo Agostinho, que foi convidado para nova rodada de oitiva, às 10h.


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