DAE inicia retirada de plantas da lagoa de captação do Rio Batalha

Escrito por em 13/01/2022

O Departamento de Água e Esgoto (DAE) deu início ao processo de retirada de plantas da lagoa de captação do Rio Batalha.

A primeira etapa de limpeza e desassoreamento da lagoa teve início na quarta-feira (12), com equipes da autarquia trabalhando na retirada de cerca de 25% do total das plantas aquáticas existentes na lagoa. Essa etapa, inclui a retirada de material orgânico da lagoa de captação e dos pontos do rio onde há maior concentração desse material.

Todo o processo de limpeza e desassoreamento do Rio Batalha deve se estender até fevereiro.

A segunda etapa consiste no desassoreamento da lagoa com as dragas disponíveis no local. Finalizando essa fase, o Departamento prosseguirá com a dragagem do leito do Rio Batalha com equipamentos especializados, como a escavadeira hidráulica anfíbia. Para isso, empresa terceirizada será contratada para realizar o serviço ao longo do rio, abrangendo 30 mil m².

O DAE possui as autorizações necessárias do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), autarquia do governo estadual responsável pelo gerenciamento dos recursos hídricos do Estado de São Paulo, para realizar todo o processo de desassoreamento.

A retirada das macrófitas aquáticas é realizada com a movimentação da vegetação por meio de uma grade de ferro lançada ao fundo do tanque e içada por cabos de aço presos ao trator que, remove o excesso das plantas com a raiz até a lateral da lagoa.

A retirada total das plantas não é recomendável, já que pode alterar a qualidade da água e criar problemas ao gerar um estado alternativo de domínio de cianobactérias, indesejáveis pela sua possível toxidade. O ideal é que se faça um controle periódico da vegetação existente no rio.

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