EFEITO FELIPE MELO E NEYMAR

Por on 3 de setembro de 2018

Os efeitos “Felipe Melo” e “Neymar” foram reproduzidos nas rodadas de fim de semana do Campeonato Brasileiro e Libertadores. No jogo São Paulo x Fluminense no Morumbi, Diego Souza, atacante do Tricolor Paulista encostou suavemente o cotovelo no jogador do Fluminense, sequer atingindo seu rosto.

No entanto, o jogador pretensamente atingido, deu uma de Neymar, rolando no gramado com a mão no rosto do lado oposto inclusive, onde foi colocado o braço do “faltoso”. Na verdade o cotovelo resvalou apenas no peito do adversário. Foi um espetáculo digno de uma ópera bufa, uma simulação com desempenho canastrão e ridículo.

Porém o árbitro veio correndo e enfiou o cartão vermelho no atacante sãopaulino, expulsando-o de campo. E neste cenário grotesco deixou o São Paulo com 10 jogadores aos trinta e poucos minutos ainda do primeiro tempo.

Nas duas ocorrências aqui citadas há flagrante diferença. No caso do Felipe Melo houve sim uma entrada violenta e absolutamente desnecessária contra o adversário. Foi literalmente uma agressão!

Tínhamos apenas 3 minutos de jogo e não havia nenhum motivo para aquela atitude odiosa.

Por outro lado o “chega prá lá” do Diego tem característica completamente antagônica. No máximo o juiz poderia ter dado o cartão amarelo, o que na minha visão já seria um exagero. Bastaria uma advertência oral.

Não pretendo ser advogado do jogador do São Paulo, muito pelo contrário, porque não escondo que sou torcedor do Palmeiras desde garotinho. Mas também como jornalista não posso deixar de emitir minha opinião, diante dos “efeitos” lamentáveis dessas ocorrências.

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