Escolas particulares querem volta às aulas presenciais

Escrito por em 09/09/2020

Professores e diretores da rede particular de ensino em Bauru, se reuniram na manhã desta quarta-feira (9), na Praça das Cerejeiras, em frente à prefeitura, para pedir a reabertura gradual das aulas presenciais. Conforme a 94 divulgou, o retorno das aulas presenciais em Bauru coloca Estado e município em posições diferentes já que, o governo autoriza a partir de 8 de setembro, o início de aulas de reforço e atividades de acolhimento para as cidades que estiverem, há pelo menos 28 dias na fase amarela do Plano São Paulo. Mas, embora Bauru esteja dentro dos requisitos, a prefeitura disse que só vai autorizar o retorno das atividades presenciais quando a pandemia estiver em um nível menos elevado na região.
A repórter Daiany Ferreira acompanhou a manifestação da categoria em frente a prefeitura e conversou com José Luiz Garcia Perez, diretor de uma escola privada do município, vamos ouvir:

Além das dificuldades do ensino à distância impostas pela pandemia, professores também disseram à nossa reportagem que estão enfrentando longas jornadas, desafios técnicos e alto nível de cobrança, levando ao esgotamento psicológico e profissional.

Foto: Daiany Ferreira/94FM

Foto: Daiany Ferreira/94FM

Foto: Daiany Ferreira/94FM

Foto: Daiany Ferreira/94FM

Foto: Daiany Ferreira/94FM


Opnião dos Leitores
  1. Márcio   Em   10/09/2020 em 11:51

    Não sei o de tá a dificuldade não deixaram de cobrar nem um mês a escola da minha filha nem desconto quis dar não sei onde tá a dificuldade

  2. mauro alves   Em   11/09/2020 em 06:21

    Não vejo condições nenhuma em abrir as escolas sejam elas quais forem,,privada ou particular precisam ver a que situação está a pandemia nessa cidade,não tem mais vagas acordem,abrir as escolas nesse momento seria levar o vírus a todos os bairros FIQUEM EM CASA

  3. Míriam Giberti Páttaro   Em   23/09/2020 em 20:26

    Essa situação é muito estranha… sou professora de Ensino Médio de uma escola particular e não fui consultada e tampouco tenho conhecimento de algum colega, inclusive dos que trabalham em outras escolas, sobre qualquer tipo de consulta sobre nosso posicionamento sobre essa situação. Com base em que esses manifestantes se movimentaram publicamente? Falhou muito a reportagem ao não apresentar esse dado e sequer questionar algum participante sobre isso. A impressão que fica é que,como desde o início da pandemia, todos os assuntos que se relacionam a ela, ganham um forte viés político e tendencioso. A notícia, além de incompleta, deixa a impressão de ser tendenciosa e portanto, prejudica seu caráter de utilidade pública.

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