Família luta para conseguir sonda no tratamento de criança com paralisia cerebral

Escrito por em 21/09/2021

Família tem dificuldades para garantir sonda no Hospital Estadual para filha com paralisia cerebral. Alex Quintela Alves, pai de Lívia, de 6 anos, relata que a criança faz o uso da sonda de GASTROSTOMIA “Mic-Key” para se alimentar. Como a substituição desse tipo de sonda é anual e o processo é realizada pelo Hospital Estadual, Alex lamenta que está há mais de 6 meses pela espera da troca. Ao cobrar um posicionamento do hospital sobre a situação, ele foi informado pelas enfermeiras que o Estado está com corte de gastos e por isso não forneceria mais o aparelho. Em entrevista à 94 FM, o pai comenta que foi orientado a fazer a substituição no Hospital de Base, onde colocaram uma sonda inapropriada às necessidades da criança.

Para entender o caso, a 94FM também procurou a Secretaria de Saúde. Em nota, a instituição informou que não há corte de gastos no Hospital Estadual de Bauru e o acompanhamento ambulatorial dos pacientes que fazem uso de sonda gástrica é realizado pelo município. A paciente não compareceu em consulta marcada para avaliação da sonda, no mês de maio, e não houve contato da família para reagendamento. A Saúde afirma que a adesão ao tratamento pelos pacientes, com comparecimento em consultas, é fundamental. Os responsáveis receberam todas as orientações quanto a troca da sonda e serão contatados pela unidade, que permanece à disposição para esclarecimentos.


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