Irmã Dulce é reconhecida como santa neste domingo

Por on 13 de outubro de 2019

Fonte: Portal G1 e Agência Brasil

Foto: Divulgação Senado Federal

Neste domingo (13), a soteropolitana Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes (1914–1992), nominada como Irmã Dulce desde 1933, tornou-se a primeira santa nascida no Brasil reconhecida pela Igreja Católica Apostólica Romana. Torna-se Santa Dulce dos Pobres.

Outras quatro pessoas também foram canonizadas durante a cerimônia: um teólogo inglês, duas freiras (uma italiana e uma indiana) e uma catequista suíça.

‘Sua dedicação aos pobres tinha uma raiz sobrenatural e do Alto recebia forças e recursos’, ressaltou o Vaticano sobre a 1ª mulher nascida no Brasil a ser canonizada pela Igreja Católica.

Em seu sermão, Papa Francisco disse que os santos fazem ‘caminho de amor nas periferias do mundo’.

Estão presentes na missa o vice-presidente Hamilton Mourão; os presidentes do Senado e da Câmara David Alcolumbre e Rodrigo Maia; Rui Costa, governador da Bahia, e ACM Neto, prefeito de Salvador.

A canonização ocorre nove anos após o colegiado de cardeais e bispos da Congregação para a Causa dos Santos, da Cúria Romana, atestar o primeiro milagre atribuído à Irmã Dulce descrito no processo de beatificação da religiosa iniciado pela Arquidiocese de São Salvador da Bahia. A decisão do colegiado é baseada em avaliação de peritos de saber científico (como médicos) e teólogos.

O milagre que levou à beatificação foi a intercessão da freira, a pedido de orações de um padre, para salvar a vida de uma mulher que deu à luz a um menino e estava desenganada por causa de uma hemorragia depois do parto, que os médicos não conseguiam conter. O caso ocorreu nove anos após a morte de Irmã Dulce (2001), em uma cidade do interior de Sergipe.


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