Projeto de lei federal propõe inclusão da educação financeira nas escolas

Escrito por em 12/11/2020

Alunos entre 15 e 17 anos da rede pública do país deverão ter aulas de educação financeira. Um Projeto de Lei, que tramita na Câmara dos Deputados, quer tornar o ensino obrigatório para os alunos dos três anos do Ensino Médio, ou seja, do 1º ao 3º ano. Atualmente, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), prevê que os currículos abranjam obrigatoriamente o estudo da língua portuguesa, da matemática, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil. Com o texto em análise na Câmara dos Deputados, a ideia é também incluir a educação financeira na educação básica.

De acordo com o deputado Coronel Tadeu (PSL-SP), autor da proposta, a educação financeira ensina o indivíduo a organizar seus gastos e as discussões sobre o projeto deverão ser retomadas em 2021.

Para se ter uma ideia, no último relatório trienal do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês), foi revelado que em 2018, o Brasil ficou em 17º entre os 20 países analisados naquele ano sobre educação financeira. Apesar de estarmos à frente apenas do Peru, Geórgia e Indonésia, foi um avanço em relação à pesquisa anterior. No ranking geral da PISA 2015, o Brasil estava em último lugar entre os 15 países. Sua nota saltou de 393 para 420 pontos, porém, o país ainda está muito abaixo da média geral, que é de 505 pontos.


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