Publicação de anúncios nas redes sociais teve baixa adesão entre candidatos à Presidência

Por on 29 de agosto de 2018

Uma das ferramentas para alcançar os eleitores, a publicação de anúncios no Facebook ou Instagram (ambos da mesma empresa) teve baixa adesão entre os candidatos à Presidência no início da campanha.

Dos 13 presidenciáveis, 3 pagaram para promover suas postagens entre 16 e 27 de agosto (os primeiros 12 dias de campanha): Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB) e João Amoedo (Novo).

Outros 5 presidenciáveis – Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB), Jair Bolsonaro (PSL), Lula (PT) e Marina Silva (Rede) – tiveram os nomes mencionados em anúncios, mas que foram pagos por outros candidatos. Em alguns casos, para criticá-los.

A lei 9.504 diz que o impulsionamento de conteúdo – nome técnico dos anúncios em redes sociais – deve ser feito “apenas com o fim de promover ou beneficiar candidatos ou suas agremiações”. Para alguns juristas, isso impede o pagamento para promover postagens que ataquem outros candidatos.

Isso significa que os candidatos estão autorizados a pagar para impulsionar postagens que promovam suas candidaturas nas redes sociais. Cada anúncio precisa estar identificado e ter sido contratado por partidos políticos, coligações, candidatos e seus representantes.

Foto: Arte 94FM


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