Semana do Hip Hop promove atividades gratuitas em Bauru

Por on 27 de outubro de 2019

Bauru sedia entre os dias 1 e 10 de novembro a 9 ª Semana do Hip Hop. Considerada uma das maiores da América Latina com programação gratuita, a Semana traz diversas atividades gratuitas como oficinas, feiras e shows em diferentes espaços da cidade.

A Semana Municipal de Hip Hop é organizada pelo Instituto Acesso Popular através do Ponto de Cultura Acesso Hip Hop.

A programação contempla atividades como oficinas artísticas, debates, palestras, visitas a escolas e entidades socioassistenciais, feiras e shows, o que proporciona a integração em diversos espaços da cidade. Além disso, contará com outras linguagens artísticas, culturais e educacionais.

O evento traz ao palco nomes como Rap Plus Size, Shirley Casa Verde, Inquérito, Edi Rock, entre outros.

Hip hop

O hip hop é um movimento que surgiu nos Estados Unidos no fim da década de 1970 nos subúrbios negros e latinos de Nova Iorque. É constituído pela linguagem artística da música (RAP, rappers e DJ’s), da dança (o breaking) e das artes plásticas (o graffiti). Os subúrbios em que o movimento surgiu enfrentavam problemas sociais como pobreza, violência, racismo, tráfico de drogas, carência de infra-estrutura e de educação. As ruas eram os espaços de lazer que os jovens ocupavam e as manifestações de rua que surgiram tinham suas próprias formas de fazer dança, poesia e pintura.

Renato Magu explica que “O hip hop ainda é visto como uma cultura marginalizada, e Bauru tem um movimento muito forte e organizado. Por isso, conseguimos fazer com que o hip hop seja visto como uma ferramenta no processo de educação e de organização da juventude. Politicamente é uma cultura muito forte. A Lei que instituiu a Semana foi o próprio movimento que propôs, por exemplo”.

Para acompanhar a programação, acesse: O hip hop é um movimento que surgiu nos Estados Unidos no fim da década de 1970 nos subúrbios negros e latinos de Nova Iorque. É constituído pela linguagem artística da música (RAP, rappers e DJ’s), da dança (o breaking) e das artes plásticas (o graffiti). Os subúrbios em que o movimento surgiu enfrentavam problemas sociais como pobreza, violência, racismo, tráfico de drogas, carência de infra-estrutura e de educação. As ruas eram os espaços de lazer que os jovens ocupavam e as manifestações de rua que surgiram tinham suas próprias formas de fazer dança, poesia e pintura.

Renato Magu explica que “O hip hop ainda é visto como uma cultura marginalizada, e Bauru tem um movimento muito forte e organizado. Por isso, conseguimos fazer com que o hip hop seja visto como uma ferramenta no processo de educação e de organização da juventude. Politicamente é uma cultura muito forte. A Lei que instituiu a Semana foi o próprio movimento que propôs, por exemplo”.

Para acompanhar a programação, acesse: facebook.com/semanadohiphopbauru


Comentários

Escreva um Comentário

Seu e-mail não será publicado. Campos obrigatórios*



Current track
Title
Artist

Background