VAR – SIM ou NÃO

Por on 2 de abril de 2019

Fiz uma enquete no programa Informasom da segunda feira, perguntando se o nosso ouvinte aprova ou não a utilização do VAR – sigla do inglês VIDEO ASSISTANT REFEREE, nas partidas de futebol.

O resultado foi um empate técnico, tipo 50 a 50 por cento.

O expediente já foi utilizado na Copa do Mundo e vem sendo usado também em várias competições mundo afora. No Campeonato Paulista é uma novidade.

No jogo do Palmeiras e São Paulo ficou muito claro que o VAR é um recurso interessante, mas ao mesmo tempo comprometedor. A não marcação de um pênalti, mais do que claro, acabou sendo derrubado pela tal do VAR, juizes que ficam de olho no vídeo.

O árbitro de campo não titubiou e assinalou a marca fatal para a cobrança do pênalti em favor do Palmeiras. Infelizmente teve de voltar atrás ao ser comunicado pelos juizes de vídeo.

Conclusão: O apitador de campo não deu pênalti, atendendo assim a advertência da cabine. Pura e simplesmente. Aí é que o sistema é dúbio e prejudicial, muitas vezes, para um ou outro clube.

Minha opinião é que o juiz de campo é quem manda e só deve recorrer ao VAR, quando ele, dono absoluto das decisões, estiver com dúvidas concretas.

As partidas de futebol estão se transformando numa maratona burocrática, com interrupções indesejáveis. E os juizes estão aproveitando e “tirando da seringa”, livrando-se de decidir lances duvidosos. Com isso ninguém pode reclamar, nem imprensa, nem torcida. É muito cômodo.

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